Bolo? Bolo!

O meu maior problema com a comida é que, se está perto de mim, eu vou comê-la.

Se o meu prato está cheio, eu vou comer tudo, independentemente de qualquer falinha mansa da pessoa a servir, como aquelas frases inúteis do estilo “ah mas não tens de comer tudo!” que são, sinceramente, uma grandíssima p*taria. Eu não consigo resistir e qualquer pessoa a olhar para a Gisela de 16 anos com 80 kilos sabe que ela nunca vai deixar comida no prato. Hoje estou um pouco melhor, mas isto continua algo que eu tenho trabalhar e que provavelmente nunca vai mudar, porque metade de mim não quer estragar comida e a outra  metade vai ser sempre ‘loves this like fat kids love cake’.

Com isto em mente, viver sozinha é provavelmente a melhor coisa que já me aconteceu, pois não só controlo todas as minhas as porções, mas também controlo a comida que existe em minha casa. Se não há comida de lixo por perto eu nunca vou comer mal, pois sou demasiado preguiçosa para sair de casa só para comprar umas bolachas.

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On perspective and the deception of social media

Perspective is an interesting concept. The idea that someone’s outlook on a certain event might be entirely different from someone else’s depending on where they stand and who they are — their perspective — is one that doesn’t fail to catch our eye.

We notice it when we turn on the television and see a news piece on police violence that sympathizes with the police. Meanwhile, on the internet, thousands share their personal stories of abuse and mistreatment.

We notice it when we speak to our relatives, people who, by the laws of flesh and blood, are meant to be like us, but because of their past experiences, display opinions that differ from ours in such a dramatic fashion, it’s almost like we live on different worlds.

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