Things my brain has decided are more important than university

I graduate in ten days.

Well, technically I graduate in 51 days since I still have exams ahead of me, as well as my thesis presentation, but the graduation ceremony is in ten days so, for all intents and purposes, I’ll be a university graduate in less than two weeks!

This thought is as terrifying as it is exciting and I’ve yet to decide whether the idea that it’s all over makes me want to cry or laugh. Probably both.

I wish I could say that I’m currently working as hard as I can to finish my degree. Seriously, I really hoped that by the end of this long, winding road the only thought on my mind would be ‘OH MY GOD GISELA JUST FINISH IT JUST F*CKING DO IT’.

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A (falsa) arte de pedir aos professores que se calem

Na minha vida, já fiz várias coisas que depois me arrependi.

Uma delas foi ter estudado ciências em vez de artes no secundário. Sim, sim, eu sei que artes me teria levado ao desemprego e que iria apanhar lepra e viver nas ruas se tivesse seguido a minha veia artística, condenando-me a passar o resto da minha vida a abanar o meu portfólio no ar na esperança que alguém notasse as minhas capacidades de design gráfico.

Contudo, devo dizer que estudar ciências deu-me, literalmente, uma depressão que começava comigo a levar livros de fantasia para todas as aulas e acabava em ataques de ansiedade todos os dias. Uma dessas situações de lose / lose, se vamos a ver.

Outro dos meus arrependimentos são as discussões que tenho tido com os meus professores ao longo dos anos.

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Experiência cicatrizante do dia

Apanho o 729 todos os dias, depois de sair da faculdade, para percorrer o caminho entre o ISCSP e a estação de Benfica. Depois de sair do autocarro ando um pouco para a frente, até que viro para uma rua relativamente longa e relativamente deserta, mesmo ao lado da esquadra da polícia, que perfaz a maior parte do meu caminho a pé para casa.

Imaginem agora este cenário: estou a descer esta mesma rua que hoje, por ventura, nem está assim tão deserta. Passo por duas senhoras a carregar as compras na direção oposta e à minha frente, a seguir na mesma direção que eu, está uma rapaz, mais ou menos da minha idade. Tem o cabelo curto e veste um daqueles casacos de desporto americanos e calças beijes, nada de muito reconhecível.

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Desventuras nos transportes públicos de Lisboa

Andar nos transportes públicos da cidade das sete colinas é sempre uma aventura da qual poucos saem ilesos. Metro, autocarro, comboio, elétrico e até as belas barquetas da margem sul proporcionam aos seus utentes uma experiência emocional, física e espiritual que deixa marcas, por vezes permanentes, como aquela cicatriz que eu tenho no tornozelo da vez que cai ao descer as infinitas escadas da estação na Baixa.

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Birds: A Review

Birds are magnificent creatures. Terrifying, mysterious, and often idiotic, magnificent creatures. There is so much to be said about them, from their physiology to their behavior, that one blog post may not be enough. Still, I will try to write this review to the best of my ability for the sake of science. 

Wikipedia describes birds as a “group of endothermic vertebrates, characterized by feathers, a beak with no teeth, the laying of hard-shelled eggs, a high metabolic rate, and a lightweight but strong skeleton.”

I describe them as bloody weird.

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